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Catálogo, aquisição e remarketing dinâmico separados, com criativo testado por ciclo e escala baseada em ROAS teto.
A Netzach opera e-commerce pela conta que importa: ROAS teto calculado a partir da sua margem, não uma meta genérica. Estrutura de catálogo, medição de conversão bem instalada e separação clara entre aquisição, remarketing e recompra. Diagnóstico gratuito em 24h.
A maioria das lojas persegue um ROAS que ouviu falar por aí. O número certo sai da sua margem: se o produto tem 40% de margem, o ROAS de equilíbrio é 2,5, abaixo disso a campanha vende e a loja perde dinheiro. Sem essa conta, escalar verba é acelerar prejuízo.
O segundo problema é medição. Pixel mal instalado, evento de compra duplicado e ausência de API de conversões fazem o gerenciador reportar venda que não existe e esconder venda que existe. Antes de mexer em criativo, a gente conserta a medição, otimizar em cima de dado errado é o jeito mais caro de trabalhar.
Catálogo, aquisição e remarketing dinâmico separados, com criativo testado por ciclo e escala baseada em ROAS teto.
Shopping e pesquisa de marca e produto, para não perder a venda no último clique de quem já decidiu.
Pixel, API de conversões e GA4 configurados e conferidos, com receita batendo com a plataforma da loja.
Você não recebe "confia em mim". Recebe um painel com investimento, leads, custo por lead e receita atribuída, atualizado o tempo todo. Dá para ver de onde veio cada cliente.
Painel de demonstração, com números ilustrativos. Cada cliente recebe o seu, com os dados reais da própria conta.
| Critério | Gestor comum | Netzach |
|---|---|---|
| Meta de ROAS | Número genérico | ROAS teto calculado pela sua margem |
| Medição | Pixel padrão | Pixel + API de conversões, receita conferida |
| Estrutura | Tudo numa campanha | Aquisição, remarketing e recompra separados |
| Criativo | Foto do catálogo | Ciclo de teste contínuo |
| Escala | Sobe verba no que vendeu ontem | Sobe pelo que se paga com margem |
O que fica acima do seu ROAS teto, que sai da margem de contribuição do produto. Loja com 40% de margem precisa de mais de 2,5 para ter lucro; loja com 60%, de mais de 1,7. Meta de ROAS copiada de outra loja não significa nada.
Na maioria das lojas que auditamos, não. Evento duplicado, compra disparando em página de obrigado recarregável e ausência de API de conversões são os erros mais comuns, e todos inflam o resultado no painel. A conferência é a primeira coisa que fazemos.
O suficiente para a campanha sair da fase de aprendizado dentro do seu ticket. Em ticket baixo isso é atingido rápido; em ticket alto exige mais verba ou mais tempo. Calculamos esse piso com os seus números antes de começar.
Atendemos Niterói, São Gonçalo, Camboinhas, Pendotiba, Maricá, Itaipuaçu e o restante do Rio de Janeiro. A operação é remota, com reunião de acompanhamento e painel aberto, o que muda por cidade é a segmentação e o criativo.
O nome do cliente fica de fora. O número, não. Numa operação de e-commerce que a gente atendeu, o padrão se repetiu por doze meses seguidos: cerca de R$ 20 mil investidos por mês retornando cerca de R$ 100 mil em vendas. No ano, R$ 240 mil em anúncio e R$ 1,2 milhão em faturamento, cinco vezes o investido.
O que importa aí não é o cinco, é o "durante doze meses". Mês bom qualquer conta tem. Sustentar o mesmo múltiplo enquanto a verba sobe é outra coisa, e depende de saber onde fica o teto antes de escalar: numa loja com 40% de margem o equilíbrio é 2,5; com 60%, é 1,7. Rodar a 5 significava folga real para subir orçamento sem transformar venda em prejuízo, e é essa folga que a gente calcula antes de mexer, em vez de subir no que vendeu ontem e descobrir o limite no extrato.
Você manda o que já roda hoje. A gente devolve, em até 24h, onde está vazando dinheiro e o que faríamos diferente. Sem compromisso nenhum.