Numa conta de beleza que a Netzach opera, R$ 14.441 investidos geraram 2.635 conversas iniciadas no WhatsApp, o que dá R$ 5,48 por conversa. Esse é o número real, não estimativa de mercado. Mas ele responde só metade da pergunta: o que decide se o anúncio vale a pena não é o custo da conversa, é quantas viraram cliente que volta.
O número, e de onde ele veio
É uma conta de salão e barbearia, no estado do Rio de Janeiro, medida ao longo de meses de operação contínua. O que está sendo contado é conversa iniciada no WhatsApp, não clique e não seguidor.
| O que foi medido | Valor |
|---|---|
| Investido em anúncio | R$ 14.441 |
| Conversas iniciadas | 2.635 |
| Custo por conversa | R$ 5,48 |
O custo baixo não veio de criativo espetacular. Veio de raio curto e oferta amarrada ao dia fraco, que são as duas decisões que mais mexem no número em salão.
O que faz esse custo subir ou cair
O raio. Beleza é decisão de conveniência: quase ninguém atravessa a cidade para cortar cabelo em dia de semana. Raio grande demais entrega para gente que nunca ia até você e encarece tudo. Em bairro adensado, o raio que funciona costuma ser o de caminhada.
O horário que você está vendendo. Anunciar para o sábado, que já lota, aumenta fila e não aumenta faturamento. Anunciar a terça de manhã preenche cadeira que estava parada, e ali a margem é melhor porque o custo fixo já estava pago.
O tamanho do público. Em bairro pequeno o público se esgota rápido. Verba acima do que a praça comporta não alcança mais gente, alcança as mesmas pessoas mais vezes, e o custo por conversa sobe sem explicação aparente no painel.
Por que R$ 5,48 não é a resposta final
Serviço de beleza vive de recorrência. Um cliente que corta a cada trinta dias vale doze vezes mais por ano que a primeira visita. Então a conta que importa não é o custo da conversa, é o custo do cliente que ficou.
Se de cada dez conversas três viram cliente e dois desses voltam no mês seguinte, o custo real por cliente recorrente é outro número, bem maior que R$ 5,48 e ainda assim provavelmente barato. Se ninguém volta, R$ 5,48 é caro.
Vale dizer com todas as letras: tráfego pago entrega demanda, a venda continua sendo sua. Feito 100% do lado da mídia, isso é 50% do resultado. A outra metade é a oferta, o atendimento e o agendamento da próxima antes de a pessoa sair da cadeira.
Como orçar o seu caso
A pergunta útil não é "quanto custa a conversa". É quantas cadeiras vazias você tem por semana. Multiplique isso pelo ticket médio e você tem o que está deixando de faturar. A verba de anúncio faz sentido enquanto for uma fração confortável desse valor.
Além da verba, existe a gestão. Na Netzach ela é valor fixo, a partir de R$ 1.297 por mês, sem percentual sobre a verba. A verba você paga direto na plataforma e ela nunca passa pela conta da agência.
Os números de outros segmentos estão em dados por segmento, com investimento e volume de cada conta.
Perguntas frequentes
Esse R$ 5,48 serve como meta para o meu salão?
Como ordem de grandeza, sim. Como meta, não. O custo depende do raio, da concorrência do seu quarteirão e da oferta. Duas unidades da mesma pizzaria que a gente opera têm custo por pedido com o dobro de diferença entre si, só por causa do bairro.
Devo anunciar preço no anúncio de salão?
Na maioria dos casos, sim, ao menos a faixa. Sem preço você recebe muita conversa que morre na primeira resposta, e cada uma custou dinheiro. Com faixa de preço o volume cai e a proporção de agendamento sobe, o que costuma compensar bastante em serviço com agenda limitada.
Quanto de verba diária faz sentido?
Menos do que a intuição sugere, e o critério não é quanto você pode gastar. É quanto público existe no seu raio: verba que ultrapassa o tamanho da praça vira frequência alta e custo pior. Dimensionar isso é parte do diagnóstico, antes de qualquer campanha subir.
Quer a conta feita com os seus números?
No diagnóstico gratuito a gente dimensiona a verba e o custo por resultado realista para o seu segmento e a sua região, antes de qualquer contrato. Sai em até 24h.
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